Tudo parecia perfeito. Não havia desencontros.
Cada realidade; cada história e estórias eram pronunciadas de forma de nos proporcionar risos.
A cumplicidade nos fazia um valoroso " troféu" que, este já não era mais disputado.
numa forma de cadenciar coisas e palavras, reafirmávamos, sempre, que a inverdade não deveria ser colocada em prática, em momento algum.
Com um grito calado e, emudado, pela força da natureza, ela chegou em forma de desprezo, como se fosse " uma medalha" a mais em sua estante e, com a força de um punhal cravado, sem defeza, colocou, ela, a " amizade " em questão. Portanto, quando dizemos uma inverdade apenas estamos mentindo para nós mesmo, o outro, não a conhece.
Jorge Luiz dos Santos
12/12/2010 - 00:12am